Sábado, 14/02/26

Confeiteira influencer é alvo da PC por venda de canetas emagrecedoras em Goiânia

Confeiteira influencer é alvo da PC por venda de canetas emagrecedoras em Goiânia
Confeiteira influencer é alvo da PC por venda de canetas – Reprodução

Mandados curmpridos

Foram cumpridos mandados judiciais em três endereços ligados à mulher

Influenciadora é investigada por comercialização ilegal de canetas emagrecedoras em Goiânia (Foto: Freepik)

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Uma confeiteira que também atua como digital influencer está sendo investigada pela Polícia Civil por suspeita de vender e divulgar canetas emagrecedoras de forma irregular. A mulher foi alvo de mandados judiciais cumpridos na sexta-feira (13/2), durante operação do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Goiânia, que realizou diligências em três endereços ligados à investigada.

As apurações começaram após a corporação receber informações de que a suspeita estaria anunciando os medicamentos na internet, sem autorização dos órgãos reguladores competentes.

Com o avanço das investigações, os policiais identificaram a repetição dos anúncios e a exposição de quantidades expressivas dos medicamentos nas publicações feitas pela investigada. Segundo a Polícia Civil, os indícios apontam para a materialidade e a habitualidade da conduta.

Diante dos elementos reunidos no inquérito, a autoridade policial responsável pelo caso representou pela expedição de mandados de busca e apreensão, além do afastamento do sigilo de dados estáticos e telemáticos armazenados em dispositivos eletrônicos da suspeita. As medidas foram autorizadas pelo Poder Judiciário, consideradas necessárias, adequadas e proporcionais para o esclarecimento dos fatos.

(Foto: Divulgação/PCGO)

Durante as buscas, foram apreendidos objetos que podem ter ligação com os fatos investigados. O material será submetido à perícia e deve contribuir para o aprofundamento das apurações e a completa elucidação dos fatos.

A operação foi conduzida pelo Geic de Goiânia, vinculado à 1ª Delegacia Regional de Polícia (1ª DRP), com o cumprimento das ordens judiciais nos três endereços relacionados à investigada. O nome da mulher não foi divulgado e por isso a defesa não foi localizada. O espaço permanece aberto para manifestação.

T LB

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