Sexta-feira, 20/02/26

EBC triplica interações em redes sociais e atinge 3 bilhões de visualizações em 2025

EBC triplica interações em redes sociais e atinge 3 bilhões de visualizações em 2025
EBC triplica interações em redes sociais e atinge 3 bilhões – Reprodução

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) registrou em 2025 seu melhor desempenho histórico nas redes sociais, somando cerca de 150 milhões de interações nas plataformas Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e X, o triplo do volume de 2024. Os conteúdos alcançaram mais de 3 bilhões de visualizações ao longo do ano, posicionando a EBC como líder em engajamento digital no setor público federal, segundo dados da FGV Comunicação.

O crescimento foi impulsionado por conteúdos editoriais da TV Brasil, Canal Gov, EBC e Agência Brasil, adotando estratégias de circulação orgânica que consolidaram a empresa como referência em comunicação pública digital. Em janeiro de 2026, a EBC lançou os perfis do Radiojornalismo em todas as redes.

No Instagram, três das quatro páginas com mais engajamento entre instituições federais pertencem à EBC, com a TV Brasil ocupando o primeiro lugar e registrando crescimento superior a 1,2 milhão de novos seguidores. No TikTok, a EBC ocupa três das cinco posições de maior engajamento, somando 261,9 milhões de visualizações e crescimento proporcional de 372% no perfil institucional, impulsionado por vídeos informativos, conteúdos de serviço e recortes de agendas governamentais.

No Facebook, as quatro páginas mais engajadas da comunicação federal são da EBC, com aumento de 79,5% nas interações totais em comparação com o ano anterior. No YouTube, a TV Brasil e o Canal Gov se mantiveram entre os cinco canais federais mais engajados, somando aproximadamente 143 milhões de visualizações, um crescimento de 234%.

Ao todo, 33 conteúdos da EBC ultrapassaram 1 milhão de visualizações no TikTok, em temas como cultura, políticas públicas, cidadania, serviços e memória nacional. O relatório da FGV destaca três pilares de crescimento: o programa Sem Censura, com aumento de 89% em interações no Instagram e 46,4 milhões de engajamentos multiplataforma; recortes dos jornais Repórter Brasil Tarde e Noite, com 38,9 milhões de visualizações no TikTok; e os conteúdos do Acervo EBC, com crescimento de 760% em engajamento.

Entre os mais viralizados estão os cortes de Elke Maravilha, que se tornaram os posts de maior repercussão nas páginas da EBC. O crescimento ocorreu de forma integralmente orgânica, sem impulsionamento pago, um destaque registrado pela FGV.

Para o superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais, Fernando Miranda, este resultado comprova que comunicação pública pode ser competitiva. “Construímos comunidade, presença e confiança. Isso é engajamento orgânico de verdade, guiado por uma equipe talentosa e por um compromisso editorial com o interesse público”, afirma. Miranda destaca a integração entre programação, jornalismo, serviço público e memória audiovisual como elementos decisivos.

As análises da FGV identificam que a EBC atingiu, em 2025, um estágio de maturidade digital caracterizado por consistência editorial, alta capacidade de viralização orgânica, equilíbrio entre conteúdo informativo e cultural, forte atuação em políticas públicas e ampliação de público em camadas geracionais diversas. O Facebook se destaca como praça estratégica, especialmente para o público 60+.

Também em 2025, a EBC venceu a 3ª edição do Prêmio Social Media Gov, na categoria “Comunicação como Serviço”, com o case do programa Sem Censura, da TV Brasil, que abordou temas como saúde, segurança e o impacto do uso de telas na infância. No primeiro semestre de 2025, a TV Brasil alcançou o primeiro lugar entre instituições públicas federais em interações nas redes sociais, superando o perfil oficial do Governo Federal. Outras três contas da EBC — EBC, Canal Gov e Agência Brasil — figuraram entre as dez primeiras.

Considerando que, em 2023, a EBC sequer aparecia no top 10, o avanço em 2024 e 2025 representa uma mudança profunda no posicionamento digital da empresa. Segundo o presidente André Basbaum, esse crescimento está alinhado à missão pública da EBC: “Levar informação confiável e de interesse social ao maior número de cidadãos, em um cenário em que televisão aberta e redes sociais seguem como principais fontes de consumo de conteúdo no Brasil”.

T LB

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