Consenso para a declaração dos líderes do G20
Enviados do G20 alcançaram consenso sobre a minuta da declaração dos líderes nesta sexta-feira.
O acordo ocorreu em Johanesburgo, antes da cúpula programada para este fim de semana. A decisão foi tomada sem a contribuição dos Estados Unidos, conforme informado por quatro fontes familiarizadas com o assunto.
Ausência dos EUA e o impacto na declaração dos líderes
A administração dos Estados Unidos indicou que não participaria da cúpula. A decisão foi motivada por divergências com o país anfitrião, a África do Sul.
A ausência da delegação norte-americana representa um ponto relevante nos preparativos para o encontro internacional. Havia uma preocupação de que a falta de um membro do grupo pudesse afetar a declaração final dos líderes do G20.
Nesse contexto, alguns observadores consideraram que a situação poderia ser uma oportunidade para a África do Sul. O país anfitrião mantém o objetivo de estabelecer uma agenda para os líderes globais, mesmo diante da postura do governo norte-americano sobre a diplomacia multilateral.
As fontes consultadas não divulgaram informações específicas sobre o conteúdo do documento acordado.
Negociações anteriores e agenda proposta
Na quinta-feira, o presidente sul-africano havia declarado que a África do Sul estava em tratativas com os Estados Unidos. As discussões seriam sobre a possível participação norte-americana na cúpula.
Contudo, a Casa Branca negou a existência de tais discussões posteriormente. A cúpula, agendada para 22 e 23 de novembro, teve uma agenda proposta pela África do Sul.
Os objetivos incluíam a promoção da solidariedade e o auxílio a nações em desenvolvimento. Itens como adaptação a desastres climáticos, transição para energias limpas e redução de custos de dívidas faziam parte da proposta, que foi rejeitada pela administração dos Estados Unidos.
Por Correio de Santa Maria, com informações da Reuters.








