Esta nova investigação tem como objetivo verificar se a rede X (antes Twitter) infringiu as rigorosas normas europeias sobre o ambiente digital, que a obrigam a proteger os usuários de conteúdos ilegais.
O Executivo comunitário decidiu ainda ampliar o alcance de uma primeira investigação aberta em dezembro de 2023 contra o X, também no âmbito da Lei dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês).
O Grok tem uma função que permite aos usuários criar imagens falsas de nudez a partir de fotos reais de menores ou mulheres.
Vários países, entre eles França e Reino Unido, iniciaram processos legais e alguns chegaram a suspender ou bloquear o acesso à rede X.
Após limitar inicialmente o acesso a essa função, a rede anunciou em meados de janeiro que apenas restringiria seu uso nos países onde é ilegal criar esse tipo de imagens sexuais.
Milhões de imagens sexualizadas
Segundo um estudo publicado pelo Center for Countering Digital Hate, uma ONG que denuncia as práticas do X, o Grok gerou cerca de três milhões de imagens sexualizadas de mulheres e crianças em um período de apenas 11 dias, uma média de 190 imagens por minuto.








