O Ministério da Fazenda divulgou, em março de 2026, a sexta edição do Monitor Macroeconômico, também conhecido como Brazil Macro Monitor. O documento foca nos principais acordos comerciais do Mercosul, incluindo os já assinados com Singapura, a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e a União Europeia (UE), além de negociações em andamento com o Canadá e os Emirados Árabes Unidos. Também aborda a ampliação de linhas tarifárias no acordo preferencial com a Índia.
A edição apresenta um mapeamento detalhado dos fluxos de comércio de bens e serviços entre o Brasil e essas jurisdições, identificando os principais itens da pauta comercial. Além disso, analisa os fluxos e o estoque de investimento estrangeiro direto (IED), apontando o potencial positivo para o Mercosul e o Brasil na ampliação de parcerias comerciais e de investimento.
Produzido pela Subsecretaria de Acompanhamento Macroeconômico e de Políticas Comerciais, da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, o Brazil Macro Monitor é publicado em inglês e tem como objetivo apresentar os principais dados macroeconômicos do Brasil em um formato resumido. A publicação é direcionada a um público internacional, como representantes de embaixadas e organizações globais, interessados no relacionamento econômico do Brasil com o exterior.
Edições anteriores do monitor incluem: a primeira, em junho de 2025, com prioridades do Ministério da Fazenda; a segunda, em julho de 2025, sobre relações econômicas com os Estados Unidos; a terceira, em agosto de 2025, destacando o Plano Brasil Soberano; a quarta, em novembro de 2025, sobre impactos de tarifas comerciais dos EUA; e a quinta, em janeiro de 2026, analisando repercussões da intervenção dos EUA na Venezuela e o setor de petróleo no Brasil.
Interessados em receber atualizações podem se cadastrar em uma lista de distribuição por meio de formulário específico. Para comentários, sugestões ou dúvidas, o e-mail de contato é brazilmacromonitor@fazenda.gov.br. A sexta edição está disponível para acesso online.
*Com informações do Ministério da Fazenda








