EM BREVE
O longa marca a estreia de uma das produções mais aguardadas sobre a vida do artista
(Foto: reprodução/Paramount)
A cinebiografia de Michael Jackson já tem data para chegar aos cinemas brasileiros. O longa marca a estreia de uma das produções mais aguardadas sobre a vida do artista. A produção chegará ao Brasil no dia 23 de abril.
Dirigido por Antoine Fuqua, o filme acompanha diferentes fases da trajetória do cantor, desde o início da carreira ainda na infância, ao lado dos irmãos no Jackson 5, até os momentos finais de sua vida.
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A produção enfrentou um longo processo até chegar às telas, incluindo ajustes no roteiro e na montagem final. Inicialmente mais extensa, a obra passou por cortes antes de ser definida a versão que será exibida ao público. Antes dos cortes, o filme tinha duração de cerca de 3h.
A expectativa é de que o lançamento atraia tanto fãs quanto o público geral interessado em conhecer mais detalhes da carreira e dos bastidores do Rei do Pop.
Alterações
A cinebiografia que retrata a vida de Michael Jackson passou por alterações em sua produção, incluindo ajustes no roteiro e refilmagens de cenas. Isso por conta de uma cláusula presente em um acordo judicial relacionado a um dos processos de abuso sexual infantil envolvendo o cantor.
Inicialmente previsto para estrear em outubro de 2025, a obra dirigida por Antoine Fuqua, precisou reescrever completamente o terceiro ato, que aborda acusações feitas pela família Chandler, em que Jordan Chandler, em 1993, alegou ter sido vítima de abuso por parte de Jackson.
Em janeiro de 1994, quatro meses após a família iniciar a ação judicial contra o artista, as partes chegaram a um acordo. O cantor e sua equipe jurídica destacaram que o acordo não representou uma entrega de culpa, e a investigação não encontrou evidências físicas que incriminassem o cantor. Em setembro do mesmo ano, o caso foi encerrado.
As mudanças foram permitidas após a descoberta de que o acordo extrajudicial firmado por Michael Jackson com os Chandler proíbe a menção do caso em qualquer produção cultural. A produção do filme não havia sido informada sobre essa cláusula, o que resultou na decisão de remover essas cenas e readequar o foco da narrativa.








