VEJA COMO AJUDAR
Para ser aceita no novo protocolo, foi necessário o pagamento imediato de US$ 76 mil, valor exigido para as avaliações iniciais
Lorena de Lelles Oliveira, de 43 anos (Foto: Reprodução)
Após a piora significativa do quadro clínico, a goiana Lorena de Lelles Oliveira, de 43 anos, foi transferida para o MD Anderson Cancer Center, em Houston, no Texas (EUA), um dos principais centros de referência em oncologia do mundo. A atualização sobre o novo tratamento, que pode chegar a US$ 2 milhões, foi feita pela própria paciente nas redes sociais, em vídeo publicado na última semana. Para custear a internação na instituição, que inclui medicamentos, exames e acompanhamento especializado, a família de Lorena criou uma vaquinha (acesse o link no final)
A instituição norte-americana conduz um estudo clínico avançado voltado ao tratamento da mutação genética rara KMT2A, identificada no caso de Lorena e para a qual não há opção terapêutica disponível no Brasil. Ela chegou ao Texas ainda durante a madrugada e passou o dia no hospital para dar início ao processo de admissão e à realização dos primeiros exames.
Novo tratamento
Para ser aceita no novo protocolo, foi necessário o pagamento imediato de US$ 76 mil, valor exigido para as avaliações iniciais. Segundo Lorena, novos depósitos financeiros ainda serão necessários assim que os médicos definirem a medicação e a estratégia de tratamento personalizada. Sem esses pagamentos, o hospital não dá continuidade ao atendimento. O custo total do tratamento pode chegar a US$ 2 milhões.
“Hoje eu vou depositar os 76 mil dólares para fazer os primeiros exames. Na segunda-feira (9) o médico vai determinar qual será o tratamento e, sem o depósito, eles não iniciam nada”, explicou Lorena no vídeo publicado. Ela destacou ainda que, devido ao avanço acelerado da doença, o início imediato do tratamento é fundamental.
Mãe de trigêmeos, Lorena vinha conseguindo custear os tratamentos no Brasil e nos Estados Unidos com o apoio do marido e da família. No entanto, diante dos valores elevados exigidos pelo novo protocolo, ela mantém uma campanha de arrecadação online e pede apoio financeiro, orações e o compartilhamento da história para ampliar a mobilização. “Agora meu tempo está ainda mais curto. Eu quero muito vencer essa doença e voltar para casa, para os meus filhos”, declarou.
Clique aqui para acessar a campanha de arrecadação para o novo tratamento








