O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) fortaleceu a vigilância epidemiológica ao longo de 2025 por meio de ações desenvolvidas pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Nuepi). As medidas, que incluíram a reorganização de fluxos internos, visam qualificar as informações e ampliar a capacidade de resposta a demandas de saúde pública na unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF).
Ações de vigilância epidemiológica e resultados
As iniciativas reforçaram a atuação do HRSM em frentes estratégicas da saúde pública, como os comitês de óbitos materno-infantis da Região Sul, de transmissão vertical da sífilis e a Rede Cegonha. As ações também contribuem para respostas mais ágeis e eficazes frente a agravos e surtos.
De acordo com dados da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Reveh), o HRSM ocupa a quinta posição entre os hospitais que mais notificam agravos no Distrito Federal, entre as 64 unidades cadastradas.
Projeções para 2026
Para 2026, o Nuepi projeta o fortalecimento do trabalho em equipe, a ampliação das capacitações profissionais, a consolidação das fichas de notificação no sistema MV e a implantação de um painel de indicadores das notificações. Segundo a chefe do Nuepi, Larysse Lima, o planejamento reforça a importância da vigilância epidemiológica no ambiente hospitalar: “O aprimoramento contínuo dos processos e da qualificação das equipes contribui diretamente para uma resposta mais eficiente às demandas de saúde pública.”
Conquistas de 2025
Em 2025, o Nuepi produziu boletins e materiais informativos para orientar as equipes e ampliou o acesso às fichas de notificação, o que contribuiu para o correto registro das informações. Outra ação foi a imunização in loco para os colaboradores dos turnos diurno e noturno. O HRSM também mantém o controle e a oferta de vacinas, imunoglobulinas e soros essenciais.
O fortalecimento do núcleo resultou em maior integração com os setores assistenciais. Foram realizadas blitzes da Vigilância Epidemiológica em diferentes áreas da unidade e houve maior participação da equipe nos rounds clínicos, como nas unidades de terapia intensiva (UTIs) e na ortopedia. No campo da gestão da informação, foi implantado um painel com relatórios em tempo real das fichas de notificação.
“As melhorias implementadas fortaleceram a equipe, qualificaram os processos e ampliaram as ações de prevenção. Ao facilitar o acesso dos profissionais às estratégias de vigilância, também fortalecemos a resposta em saúde pública”, afirma Larysse Lima.
*Com informações do IgesDF








