Camila Marques voltou às redes sociais para rebater a resposta do Atlético-GO. Nessa segunda-feira (26/1), a mulher denunciou que o enteado de 13 anos teria sido vítima de assédio sexual, em um alojamento ligado ao time. Entre as acusações ainda estavam intimidação e tentativa de silenciamento durante um campeonato realizado em São Paulo.
A madrasta respondeu o post feito pelo clube. O Atlético-GO garantiu que Wagner, suposto assediador, não faz parte do clube, seria apenas um “terceirizado” da escolinha convidada a acompanhar o campeonato. No entanto, Camila apresenta diversas fotos do homem acompanhando divisões semi-profissionais do time, como sub-18 e sub-20 feminino.
Em seu comunicado, o clube goiano afirmou que não compactua com qualquer conduta de cunho abusivo e reiterou o compromisso com a proteção integral de menores. O clube também afirmou que considera inadmissíveis comportamentos que violem a integridade física, moral ou emocional de crianças e adolescentes.
Ainda no texto, o Dragão também condenou quaisquer condutas machistas. Camila Marques usou este gancho para relembrar um episódio em que o presidente do clube, Adson Batista, foi acusado de uma fala machista por uma repórter.
Na ocasião, o mandatário disse que a jornalista “achou o jogador bonitinho” e estaria comentando dele para chamar atenção. No mesmo momento a profissional deixou claro que achou o comentário desrespeitoso e a acusou de estar se vitimizando.







