A Nigéria enfrenta grandes desafios de segurança, que vão desde gangues armadas que realizam sequestros até grupos jihadistas que atacam comunidades. Os Estados Unidos acusam o país de ser incapaz de conter essa violência.
Todas os vilarejos ficam no distrito de Borgu, perto do estado de Kwara, onde mais de 160 pessoas foram massacradas por supostos jihadistas no início de fevereiro.
A polícia do Níger confirmou seis mortes e vários outros sequestros em um ataque ao amanhecer em Tungan Makeri.
A insegurança no país mais populoso da África tem sido foco de intenso debate nos últimos meses, desde que o presidente americano, Donald Trump, acusou grupos armados nigerianos de perseguirem cristãos, a quem descreveu como vítimas de “genocídio”.
O governo nigeriano e muitos especialistas independentes negam essa acusação, afirmando que a crise de segurança no país afeta tanto cristãos quanto muçulmanos.
Os Estados Unidos anunciaram esta semana que enviarão 200 soldados à Nigéria para treinar suas forças armadas no combate a grupos jihadistas.








