15/04/2017 às 06h34min - Atualizada em 15/04/2017 às 06h34min

Reforma é fundamental para retomada, diz Padilha

Eledestacou que, sem a reforma, não será possível melhorar a economia

Por Noticias ao Minuto
 
 

Em meio às últimas mudanças no texto da reforma da Previdência, que deverá ser apresentado na comissão especial da Câmara dos Deputados na próxima semana, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou ao Estado confiar no calendário do governo, e ressaltou que a aprovação da reforma é fundamental para a retomada da economia. "A reforma da Previdência já esta há muito tempo precificada pelo mercado e sua aprovação é fundamental para a conclusão do ajuste fiscal", disse.


Padilha não quis comentar o impacto da divulgação das delações dos executivos da Odebrecht - que culminaram com pedido de abertura de inquérito contra diversos políticos, incluindo ele mesmo - e disse que o presidente Michel Temer já havia manifestado a opinião do governo, ao destacar a independência dos poderes e reforçar que o País não pode parar.

 

O ministro, que tem coordenado o grupo técnico do trabalho sobre a reforma da Previdência, destacou que, sem a reforma, não será possível melhorar a economia. "A retomada da economia está diretamente relacionada com sua aprovação".

 

Embora alguns deputados da própria base tenham demonstrado ressalvas em relação à proposta, Padilha disse que o trabalho de convencimento está sendo feito "homem a homem" e demonstrou otimismo. O ministro ressaltou que há argumentos sólidos para que a classe política mostre ao seu eleitorado a necessidade da aprovação da reforma. "Os políticos que forem autores da reforma da Previdência terão mais acesso aos eleitores como alguém que garantiu o pagamento para os aposentados", disse.

 

O relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) será apresentado aos parlamentares da base aliada na próxima terça-feira, em um café da manhã com Temer. Depois da exposição aos apoiadores do governo, a previsão é que Oliveira Maia faça a leitura do texto na comissão a partir das 11 horas.

 

A realização de um jantar para cerca de 400 pessoas no Palácio do Alvorada chegou a ser cogitada, mas a ideia foi abandonada porque muitos deputados já tinham passagem marcada, por causa do feriado da Páscoa, e não conseguiriam chegar a tempo do evento. De acordo com auxiliares de Temer, o jantar deve ficar para a véspera da votação do texto na Câmara.

 

Na próxima segunda-feira (17), a expectativa é que o relator tenha um encontro com a bancada feminina, que ainda batalha para conquistar uma idade mínima menor que os 65 anos. A ideia das deputadas é conseguir que o governo aceite uma idade entre 60 e 62 para elas. Oliveira Maia, no entanto, tem garantido que pretende manter a equiparação entre os gêneros. A justificativa, segundo eles, é que as mulheres vivem mais do que os homens.

 

 

Em meio às últimas mudanças no texto da reforma da Previdência, que deverá ser apresentado na comissão especial da Câmara dos Deputados na próxima semana, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou ao Estado confiar no calendário do governo, e ressaltou que a aprovação da reforma é fundamental para a retomada da economia. "A reforma da Previdência já esta há muito tempo precificada pelo mercado e sua aprovação é fundamental para a conclusão do ajuste fiscal", disse.


Padilha não quis comentar o impacto da divulgação das delações dos executivos da Odebrecht - que culminaram com pedido de abertura de inquérito contra diversos políticos, incluindo ele mesmo - e disse que o presidente Michel Temer já havia manifestado a opinião do governo, ao destacar a independência dos poderes e reforçar que o País não pode parar.

 

O ministro, que tem coordenado o grupo técnico do trabalho sobre a reforma da Previdência, destacou que, sem a reforma, não será possível melhorar a economia. "A retomada da economia está diretamente relacionada com sua aprovação".

 

Embora alguns deputados da própria base tenham demonstrado ressalvas em relação à proposta, Padilha disse que o trabalho de convencimento está sendo feito "homem a homem" e demonstrou otimismo. O ministro ressaltou que há argumentos sólidos para que a classe política mostre ao seu eleitorado a necessidade da aprovação da reforma. "Os políticos que forem autores da reforma da Previdência terão mais acesso aos eleitores como alguém que garantiu o pagamento para os aposentados", disse.

 

O relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) será apresentado aos parlamentares da base aliada na próxima terça-feira, em um café da manhã com Temer. Depois da exposição aos apoiadores do governo, a previsão é que Oliveira Maia faça a leitura do texto na comissão a partir das 11 horas.

 

A realização de um jantar para cerca de 400 pessoas no Palácio do Alvorada chegou a ser cogitada, mas a ideia foi abandonada porque muitos deputados já tinham passagem marcada, por causa do feriado da Páscoa, e não conseguiriam chegar a tempo do evento. De acordo com auxiliares de Temer, o jantar deve ficar para a véspera da votação do texto na Câmara.

 

Na próxima segunda-feira (17), a expectativa é que o relator tenha um encontro com a bancada feminina, que ainda batalha para conquistar uma idade mínima menor que os 65 anos. A ideia das deputadas é conseguir que o governo aceite uma idade entre 60 e 62 para elas. Oliveira Maia, no entanto, tem garantido que pretende manter a equiparação entre os gêneros. A justificativa, segundo eles, é que as mulheres vivem mais do que os homens.


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