05/12/2018 às 11h11min - Atualizada em 05/12/2018 às 11h11min

DE NOVO! DUPLA É PRESA NOVAMENTE POR APLICAR O BOA NOITE CINDERELA EM SANTA MARIA

Valter Hamilton

Policiais civis da 33º delegacia de polícia em Santa Maria iniciaram as investigações depois que vítimas chegaram relatando na 33ª DP que teriam sido vítimas do golpe “BOA NOITE SINDERELA”, os policiais da seção de investigação a roubos começaram a fazer diligências no intuito de localizar e prender as suspeitas que já são velhas conhecidas dos policias do DF e entorno pela pratica do crime. Depois de diversos dias de investigação, os policiais conseguiram identificar e qualificar as possíveis autoras como Mayra Cristina Ferreira e Danielly Cristina, mediante as informações que os policiais obtiveram, começaram a fazer diligências nos endereços das possíveis autoras onde na tarde desta terçafeira (04),uma campana foi feita até que as equipes conseguiram localizá-las, as acusadas foram abordadas e informadas que contra elas existia mandado de prisão expedido pela comarca de Taguatinga. Diante dos fatos elas foram conduzidas até a 33ª em Santa Maria onde foram reconhecidas por várias vítimas como autoras do crime. Contra a dupla já existe investigação em Taguatinga, Vicente Pires, em Águas Claras, Guará Águas Lindas de Goiás, Valparaíso e Novo Gama, somando aproximadamente 14 ocorrências registradas apontando a dupla como autoras do crime conhecido como “BOA NOITE CINDERELA”, dentre eles o mais grave foi o latrocínio que ocorreu no Gama no setor sul na quadra 81 de um funcionário aposentado do senado que foi vítima da dupla e não resistiu a dosagem do produto colocado na bebida e veio a óbito. A dupla ficara a disposição da justiça e se condenadas, a pena pode passar de 30 anos de cadeia, RELEMBRE O CASO DO LATROCINIO! A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu duas mulheres, Mayra Cristina Ferreira de Oliveira, 27 anos, e Iraneide Alves do Rosário, 29, acusadas de aplicarem o golpe conhecido como "boa noite, Cinderela" em vítimas que abordavam em bares do DF e Entorno. Uma terceira participante do grupo, Danielly Cristina Freitas Batista Luz, 21, está foragida. Um homem também agia com elas, mas ele ainda não foi identificado. Segundo os agentes que trabalham no caso, elas atraíam homens que aparentavam ser bem-sucedidos, os levavam para um local reservado e os dopavam com medicamentos adquiridos em mercados ilegais, eram colocados na bebida. Uma vez que estavam inconscientes, as vítimas tinham os pertences furtados. Elas atuaram em bares de Taguatinga, do Gama, de Águas Claras, do Riacho Fundo 2, e em Águas Lindas, no Entorno. No Gama, em 28 de agosto, um servidor aposentado do Senado, de 63 anos, morreu devido ao efeito do medicamento. Não houve divulgação sobre o crime, que está sob investigação na 20ª Delegacia de Polícia (Gama). Segundo a Polícia Civil, os objetos eram repassados a outras pessoas, identificadas como receptadoras. As duas mulheres foram presas em Valparaíso de Goiás, onde moravam. Com uma das jovens, os investigadores da 4ª Delegacia de Polícia (Guará) encontraram um objeto roubado de uma casa. As duas acusadas foram reconhecidas pelas vítimas. O delegado Johnson Kennedy, chefe da 4ª Delegacia de Polícia, explica que os investigadores conseguiram identificar que se tratava de uma associação criminosa por meio da forma de agir das jovens. "Em todos os casos, elas seguiam o protocolo. Com as informações e as características das suspeitas, a equipe de inteligência traçou os detalhes e apurou, nesta semana, que se tratava das mesmas mulheres", assegura. 

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