A empresa, que oferece viagens pagas sem motorista ao público em cidades da região da Baía de São Francisco, além de partes de Los Angeles, Phoenix, Austin, Atlanta, entre outras, esperava expandir sua já considerável presença no mercado de robotáxis e alcançar um grande número de novos usuários.
“Embora estejamos desapontados com a decisão da governadora, estamos empenhados em levar nosso serviço a Nova York e trabalharemos com a Assembleia Legislativa do Estado para avançar nessa questão”, disse um porta-voz da Waymo.
“Recebemos mensagens de milhares de nova-iorquinos que já experimentaram o Waymo em outras cidades e querem ter acesso a ele em casa”, acrescentou o porta-voz.
A operação de veículos autônomos já enfrenta um caminho difícil para a comercialização, visto que a tecnologia tem sido alvo de intenso escrutínio devido a preocupações com a segurança, após acidentes.
“Os veículos autônomos já estão reduzindo os índices de acidentes e melhorando a segurança dos pedestres no Arizona, na Califórnia e no Texas. É decepcionante que a governadora Hochul esteja retirando sua proposta, porque os nova-iorquinos merecem as mesmas proteções comprovadas”, disse Adam Kovacevich, presidente-executivo da Câmara do Progresso — entidade privada que defende políticas públicas de interesse das Big Techs.








