Com investimento de R$ 23 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o novo terminal hidroviário de passageiros de Santana, no Amapá, foi inaugurado para ampliar a mobilidade fluvial e aprimorar o transporte na região.
A estrutura, com cerca de 4 mil metros quadrados de área, integra a rede de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) e atende rotas diárias utilizadas por passageiros e embarcações que conectam municípios e comunidades ribeirinhas. Projetado para ampliar a capacidade de atendimento, o terminal melhora as condições de operação das embarcações regionais, onde os rios são as principais vias de deslocamento na Amazônia Legal.
O terminal pode receber embarcações com capacidade de até 1,2 mil passageiros e permite a atracação simultânea de até cinco embarcações. A infraestrutura também suporta o embarque e desembarque de cargas de até 30 toneladas, organizando as operações e reduzindo o tempo de espera.
“O terminal hidroviário de Santana representa um avanço importante para a mobilidade fluvial no Amapá. A estrutura amplia a capacidade de atendimento aos passageiros e melhora as condições de embarque e desembarque nas rotas que conectam municípios e comunidades ribeirinhas”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
No município de Santana, a atividade portuária já movimenta volumes expressivos. Somente em 2025, o Porto de Santana registrou cerca de 3,5 milhões de toneladas de cargas movimentadas, reforçando o papel do município na logística da Região Norte.
“A IP4 de Santana permite estruturar melhor os pontos de embarque na hidrovia e dar mais previsibilidade às operações. Esses terminais fazem parte da estratégia do Governo Federal para qualificar a infraestrutura hidroviária e fortalecer a logística nas regiões atendidas pelos rios”, destacou o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier.
Na Amazônia Legal, os rios são essenciais para o transporte de milhares de pessoas, garantindo o deslocamento entre municípios e o abastecimento de alimentos, combustíveis e outros produtos. Em 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos investiu R$ 292,8 milhões na implantação e modernização de IP4 na Região Norte, ampliando a infraestrutura para o transporte fluvial de passageiros e cargas.
“O fortalecimento da infraestrutura hidroviária na Amazônia é essencial para melhorar a mobilidade da população e a logística da região. A ampliação da rede de IP4 leva mais segurança e melhores condições para o transporte nas hidrovias amazônicas”, enfatizou o ministro Silvio Costa Filho.
Segundo o diretor de Gestão Hidroviária do Ministério de Portos e Aeroportos, Eliezé Bulhões, a expansão desses terminais impacta diretamente o cotidiano das comunidades ribeirinhas. “As IP4 ampliam o acesso da população ribeirinha ao transporte fluvial e ajudam a melhorar o dia a dia de quem depende das hidrovias para se deslocar entre municípios, trabalhar e acessar serviços. É uma política pública que leva mais segurança e melhores condições de mobilidade para a região”, concluiu.As informações foram retiradas do Governo Federal.








