A rotina corrida tem sido novidade. Com mandato até o fim do ano, completando o que restava para Casares, Massis teve de cancelar uma viagem a lazer que seria feita em março, já prevendo compromissos com o São Paulo.
O trabalho terá foco em governança e não em articulação política. Massis garante que não será candidato na eleição são-paulina, tampouco apoiar algum nome. Sua intenção é unificar os grupos que formaram a coalizão de Casares (e deixaram de apoiá-lo) e a oposição.
Para isso, elegeu Marcelo Pupo, ex-presidente do Conselho Deliberativo. Ele irá se reunir e debater com conselheiros e levará o que for consenso a Massis. Foi assim na saída de Márcio Carlomagno do cargo de superintendente-geral. Ele era braço direito de Casares.
Outro nome que Massis riscou foi o de Antônio Donizete, o Dedé, que era diretor-geral do clube social. Dedé apresentou sua versão dizendo que pediu para deixar o cargo. A pressão para a saída, porém, já vinha de antes.
GESTÃO PROMETE OUVIR JOGADORES E COMISSÃO TÉCNICA E MANTER BOAS RELAÇÕES COM RIVAIS
O primeiro ato de Massis na presidência, ainda interina, foi uma reunião com o elenco do São Paulo e a comissão técnica. Ele relatou ter ouvido, em separado, os capitães Calleri e Rafael. Na quinta-feira, durante a semifinal da Copinha, vencida pelo Sub-20 tricolor, o presidente conversou com Hernán Crespo.








