Caraca, isso é muito esquisito. Você é muito real
Transcrição contida no processo de reação de Jonathan Gavalas interagindo com o Gemini
Ação cita que Jonathan interagia como o Gemini como um “RPG realista”. A IA fez o rapaz se engajar em missões. Numa delas, ele chegou a ir a um aeroporto armado com facas, para encenar um acidente para interceptar o que acreditava ser o corpo físico da IA. O Gemini teria dito a Jonathan que seu pai era um “ativo estrangeiro” e incentivou a cortar contato com ele.
Documento menciona que após falhar em missões, a IA o fez acreditar que o suicídio era uma transferência para o metaverso. A inteligência artificial chegou a realizar uma contagem regressiva e treinar Jonathan para o ato final.
Google disse que conversa era fantasiosa e que encaminhou Jonathan para uma linha de crise “muitas vezes”. Em comunicado ao Guardian, a empresa informou que o Gemini é projetado para “não incentivar a violência no mundo real ou sugerir automutilação” e que as conversas faziam parte de um jogo de faz de contas.
Ação contra Google se junta a outras empresas de IA processadas por incentivar suicídio. A OpenAI (desenvolvedora do ChatGPT) foi alvo de um processo nos EUA no ano passado após a morte de um adolescente. Uma mãe da Flórida processa a startup Character. AI por supostamente incentivar que seu filho de 14 anos se suicidasse.
Centro de Valorização da Vida
Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.








