O Senado Federal começou 2026 com uma nova configuração em suas bancadas partidárias, marcando o início do ano eleitoral na atual legislatura. O Partido Liberal (PL) assumiu a posição de maior força na Casa, com 15 senadores, um aumento em relação ao início de 2025 e superando o PSD, que agora conta com 14 parlamentares.
O PSD, que liderava numericamente desde 2023, perdeu uma cadeira no último ano. Em terceiro lugar, o MDB manteve sua posição, mas também registrou redução, passando para 10 senadores. Completam as cinco maiores bancadas o PT, com 9 membros, e o PP, com 7.
Essas alterações resultam de uma série de movimentações ocorridas em 2025, incluindo filiações e desfiliações. Dentre as principais, destacam-se a saída de Alan Rick (AC) do União Brasil para o Republicanos e de Márcio Bittar (AC) do mesmo partido para o PL. Daniella Ribeiro (PB) migrou do PSD para o PP, enquanto Giordano (SP) se desfiliou do MDB e permanece sem partido.
Além disso, posses de suplentes impactaram a composição. Em outubro de 2025, José Lacerda (PSD-MT) assumiu a vaga deixada pela senadora Margareth Buzetti (PP-MT), como segundo suplente de Carlos Fávaro, ministro da Agricultura. Já em 16 de dezembro, Bruno Bonetti (PL-RJ), suplente de Romário (PL-RJ), tomou posse e deve ocupar o cargo até março de 2026.
Algumas mudanças não alteraram os totais numéricos das bancadas. Com o ano eleitoral em curso, novas trocas partidárias e entradas de suplentes são esperadas até o fim de 2026. As eleições de outubro desse ano renovarão dois terços das 81 cadeiras do Senado, o que pode redefinir o equilíbrio de forças a partir de 2027.








