ICÔNICO
Ele foi introduzido no Hall da Fama das Lendas do MotoGP pela FIM em 2018, mesmo sem ter conquistado nenhum título na categoria.
No próximo fim de semana, o Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, recebe a etapa brasileira da Moto GP 2026. Entre os dias 20 e 22 de março, os 22 pilotos que fazem parte do grid da principal categoria de motovelocidade vão acelerar na capital goiana, que volta a receber a categoria após 37 anos. Essa será a terceira vez que a categoria passará pela capital goiana. A primeira foi em 1987.
Naquele ano, um nome ficou marcado na história da categoria e do estado de Goiás: Randy Mamola, que ficou na terceira posição do mundial no ano anterior. Ele terminou a prova em terceiro lugar, mas conquistou o coração de todo o público e dos amantes da velocidade. Ele ficou famoso por pilotar com um estilo agressivo e muito vistoso, sendo lembrado por “fazer derrapagens” (derrapando a traseira da moto) de forma impressionante na pista de Goiânia.
Na primeira vez que a capital sediou o Mundial de Motovelocidade, Mamola competiu na categoria 500cc (Yamaha), terminando no pódio, na terceira posição. Freddie Spencer foi o vencedor e Eddie Lawson ficou na segunda posição.
Mamola nasceu em 1959 na Califórnia e começou sua carreira como piloto na década de 80 na categoria 500 cilindradas, que hoje é a conhecida Moto GP. Ele foi vice-campeão da categoria por quatro vezes e correu por diversas marcas, como a Honda, a Suzuki, a Yamaha e a Cagiva. Foi introduzido no Hall da Fama das Lendas do MotoGP pela FIM em 2018, mesmo sem ter conquistado nenhum título na categoria.
Leia mais: MotoGP Goiânia: Arena Goiás reúne transmissão das corridas, artesanato e shows na Praça Cívica
O norte-americano ficou famoso por sua personalidade divertida e carismática e, mesmo após se aposentar, continuou envolvido com o esporte. Mamola se tornou embaixador da Dorna, comentarista e fundador da Riders For Health, uma organização não governamental (ONG) e empresa social que fornece transporte fiável e gestão de veículos para levar cuidados de saúde a comunidades rurais remotas na África Subsaariana. Eles garantem que profissionais de saúde utilizem motocicletas e ambulâncias bem mantidas para entregar vacinas, medicamentos e realizar diagnósticos.








