A denúncia acusa Qaribabadi de “crimes graves contrários ao direito internacional” em seu país, como “coautor” ou “parte responsável”, e solicita a prisão do diplomata.
Está “sendo examinada de acordo com o procedimento padrão”, acrescentou a fonte, esclarecendo que a apresentação de uma denúncia-crime não implica necessariamente a abertura de um processo judicial.
A denúncia observa que o atual vice-ministro das Relações Exteriores do Irã ocupava um cargo de alto escalão no Judiciário em 2022, quando uma onda de protestos eclodiu no Irã após a morte de Mahsa Amini, que faleceu sob custódia policial depois de ser presa supostamente por violar o rígido código de vestimenta da República Islâmica.
Os advogados afirmaram que a prisão de Qaribabadi “é imprescindível tanto sob a lei suíça quanto sob o direito internacional”.
O denunciante passou 10 anos em prisões iranianas antes de obter asilo na Suíça.
Desde 2011, a Suíça reconhece a jurisdição universal para processar certos crimes graves sob o direito internacional.








