Sábado, 14/03/26

Tenente-coronel se apresentará em Goiânia para cumprir prisão domiciliar

Tenente-coronel se apresentará em Goiânia para cumprir prisão domiciliar
Tenente-coronel se apresentará em Goiânia para cumprir prisão domiciliar – Reprodução

Tenente-coronel se apresentará em Goiânia para cumprir prisão domiciliar

As prisões domiciliares foram determinadas para impedir a fuga de condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Um homem condenado por trama golpista deve se apresentar às autoridades em Goiânia nos próximos dias. O militar não foi localizado em sua residência por estar em viagem à Bahia. No entanto, Almeida comunicou à Justiça o compromisso de retornar à capital goiana para dar início ao cumprimento da medida cautelar.

No mesmo dia, a juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino conduziu as audiências de custódia de outros oito condenados citados na decisão de Moraes. O grupo, composto por militares, uma delegada e ex-assessores, passou pelo procedimento formal que manteve as restrições de liberdade. Enquanto o homem sinalizou sua apresentação voluntária em Goiânia, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, não foi localizado pelos agentes e já é considerado foragido.

As prisões domiciliares foram determinadas como uma estratégia para impedir a fuga de condenados pelos atos de 8 de janeiro. Moraes fundamentou a decisão citando tentativas recentes de evasão, como a do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, que foi detido no Paraguai ao tentar embarcar para o exterior com documentos falsos. Para o magistrado, o cenário atual indica uma articulação entre os réus para deixar o território nacional e evitar a aplicação das sentenças impostas pelo STF.

Ao justificar a necessidade das custódias, o ministro destacou o risco de auxílio externo para essas fugas. Em sua decisão, Moraes afirmou que “o modus operandi da organização criminosa condenada pelo Supremo Tribunal Federal indica a possibilidade de planejamento e execução de fugas para fora do território nacional, como feito pelo réu Alexandre Ramagem, inclusive com a ajuda de terceiros”.

T LB

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