O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, afirmou em 29 de novembro que o espaço aéreo do Caribe, especificamente o da Venezuela, está sofrendo interferências eletromagnéticas atribuídas aos Estados Unidos.
Segundo Rodríguez, a ação faria parte de uma “escalada de agressão militar e guerra psicológica” contra o território venezuelano, para desestabilizar o governo de Nicolás Maduro. O chanceler postou sobre a situação no X (ex-Twitter).
Interferências Eletromagnéticas no Caribe
Durante o ano, os EUA começaram a intensificar sua presença militar no Caribe e no Pacífico, sob o argumento de combater o narcotráfico. Mais recentemente, o exército americano realizou diversas operações contra embarcações que, segundo o governo norte-americano, transportavam drogas pela região.
Reações e Acusações
Washington acusa integrantes do alto escalão venezuelano, incluindo o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de uma conexão com o Cartel de los Soles, grupo que os EUA classificam como organização terrorista. O governo venezuelano nega as acusações e contesta a própria existência do cartel.
Ainda em 29 de novembro, o presidente americano Donald Trump alertou as companhias aéreas internacionais em suas redes sociais sobre o espaço aéreo da Venezuela, que estaria “fechado”. O alerta levou diversas empresas a suspender voos para o país, alegando riscos de segurança.
O governo venezuelano exigiu a retomada das operações em até 48 horas, mas, sem sucesso, revogou as licenças de seis companhias, entre elas Gol e Latam, em resposta às restrições impostas.
Posicionamento de Cuba
O chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou as interferências eletromagnéticas atribuídas aos Estados Unidos no espaço aéreo da Venezuela.








