Entendo que a psicanálise deve ocupar o debate público, então divido meu tempo entre a academia e o aprofundamento do debate em aulas públicas, rodas de conversa, projetos culturais e colaborações em jornais e revistas.
Acompanho a relação da psicanálise com a educação, as políticas públicas, o direito e a mídia. Denuncio tentativas de reduzir a psicanálise a uma técnica psicoterapêutica ou pseudocientífica e critico abordagens mercantis, adaptativas ou religiosas, tradicionais ou neoliberais.
Frequentemente, isso envolve ações de denúncia, enfrentamento e resposta àqueles que fazem da psicanálise apenas uma técnica psicoterapêutica ou forma de pseudociência. Critico também as perspectivas meramente adaptativas ou mercantis, bem como sua combinação com formas religiosas e educativas, de cunho tradicional ou neoliberal.
Participo constantemente, presencial e digitalmente, de debates acadêmicos e ações junto a todo tipo de associação, grupo de estudo ou evento organizado em torno da psicanálise.
Aqui a preocupação central é atuar junto a comunidades para democratizar o ensino, diversificar o acesso, incluir pessoas interessadas na psicanálise, insistindo em boas práticas de formação.
Trata-se, nesses casos, de dialogar com as pessoas sobre experiências de sofrimento, psicoterapia e psicanálise, tal como venho fazendo em meu canal no YouTube, mas também nas inúmeras redes clínicas, projetos de escuta e intervenção e coletivos de psicanálise.








