Terça-feira, 07/07/26

Alibaba descobre que Claude espiona chineses em código e bane IA

Alibaba descobre que Claude espiona chineses em código e bane IA
Alibaba descobre que Claude espiona chineses em código e bane – Reprodução

Passo 2 — Dê o material antes da pergunta. Cole ou anexe esse conteúdo e escreva: “Este é o meu material de referência. Quero que você responda minhas próximas perguntas baseando-se apenas nele, e me avise sempre que a resposta não estiver no material.” Isso evita que a IA invente respostas genéricas.

Passo 3 — Peça a ela para virar uma ferramenta, não só um chat. Por exemplo: “Com base nos meus 10 melhores e-mails de venda, crie um modelo reutilizável que capture meu tom e minha estrutura de argumentação.” Ou: “Analise meus últimos 5 contratos e me diga quais cláusulas eu sempre esqueço de incluir.”

Passo 4 — Interrogue o próprio material. Faça perguntas que você levaria horas para responder manualmente: “Nas minhas anotações de reunião deste trimestre, quais promessas eu fiz a clientes e ainda não cumpri?” ou “Comparando minhas propostas aceitas e recusadas, existe algum padrão de preço ou linguagem?”

Passo 5 — Mantenha a base viva. Cada vez que algo novo funcionar (um e-mail que fechou negócio, um contrato bom), adicione ao material. Sua “IA personalizada” fica mais afiada com o tempo, sem custo e sem programação.

O que isso muda pra você?

A diferença é sair de uma IA que dá conselhos de manual para uma que responde com base na sua realidade. A maioria das pessoas usa IA como um buscador melhorado — pergunta genérica, resposta genérica. Aqui você inverte: a IA passa a conhecer seu histórico, seus padrões e seus erros recorrentes, e vira uma consultora que já “trabalha com você há anos”.


T LB

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