A penalidade é a segunda maior já aplicada com base no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. A norma estabelece regras para o uso e a proteção de dados pessoais.
A Uber contesta a conclusão de que motoristas foram excluídos permanentemente sem análise humana. A empresa afirma que a maioria das suspensões é breve, que exclusões definitivas passam por revisão e que há possibilidade de recurso.
A companhia informou que vai recorrer da decisão. “Discordamos fortemente desta decisão e da multa desproporcional”, declarou a Uber.
Denúncias começaram na França
O ex-motorista Brahim Ben Ali levou a reclamação à Holanda após ter sua conta desativada em 2019, na França. Ele reuniu relatos de 171 outros motoristas e apresentou o caso no país que abriga a sede europeia da Uber.
A organização suíça de direitos digitais PersonalData.io ajudou os motoristas a reunir dados sobre as desativações. Seu fundador, Paul-Olivier Dehaye, disse que pretende abrir uma ação coletiva para buscar indenização aos condutores.








