Em “Manifesto à Nação Brasileira”, cerca de 3 mil entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
O documento, divulgado nesta quarta-feira, tem o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e das Confederações Nacionais da Indústria e do Comércio.
As organizações defendem que o Plenário do STF examine, com urgência, os episódios recentes envolvendo a Corte, sem subterfúgios e sem corporativismo.
Tudo deve ser feito com transparência, imparcialidade e celeridade.
Segundo o manifesto, o país vive um momento de tensão e de crise institucional de extrema gravidade.
As entidades apontam como epicentro dessa crise a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra.
O manifesto destaca que não se trata de um episódio isolado nem de um ruído passageiro; e afirma ainda que o STF não está dispensado de prestar contas e que a resposta que a Nação aguarda não admite prazo.
De acordo com o documento, ninguém está acima da lei e não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita.
Para os empresários, a autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem.








