O material alarmista mirava especialmente a população idosa com risco de automedicação. O relatório apontou que as publicações induziam pacientes a abandonar tratamentos convencionais, adiar diagnósticos com profissionais reais e consumir substâncias potencialmente danosas.
Contatado pela reportagem, o YouTube disse que não iria se pronunciar sobre o assunto.
Os casos foram encaminhados para a Polícia Federal e o Conselho Federal de Medicina. A notificação, elaborada pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), integra uma força-tarefa interministerial com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
A ofensiva recente da AGU também levou à derrubada de canais no Telegram que vendiam passaportes vacinais falsos. A plataforma de mensagens removeu 18 grupos e baniu usuários após comprovação de fraudes que simulavam inserções de registros nos sistemas do SUS.
A ação se apoia em regras do STF (Supremo Tribunal Federal) e no Decreto 12.975/2026 sobre deveres de moderação de plataformas digitais. O governo reforça que as grandes empresas de tecnologia têm responsabilidade legal e contratual de coibir a circulação de conteúdos ilícitos que violam seus próprios termos de uso.








