Um tribunal do Quênia declarou culpados, nesta segunda-feira (19), um guru que se autoproclamou pregador e seus cúmplices, acusados de terem assassinado 191 adeptos, em sua maioria crianças, no âmbito de uma seita macabra que praticava a inanição.
“Estou convencido de que a Promotoria demonstrou a culpa dos 29 acusados pelo assassinato de 190 crianças e um adulto”, afirmou o juiz em um tribunal de Mombaça, às margens do oceano Índico.
T LB








