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As autoridades de ambos os países denunciaram a inserção de informações falsas em seus respectivos aplicativos de monitoramento de ameaças.
Sistemas de alerta de emergência da Ucrânia e da Rússia foram alvos de ciberataques nesta segunda-feira (2), logo após o encerramento de uma trégua localizada na cidade de Oleshki, na região de Kherson.
Entenda o caso
- Ciberataques: Sistemas de alerta aéreo ucranianos e o aplicativo do Ministério de Emergências russo foram hackeados, emitindo avisos falsos à população.
- Fim da trégua: O cessar-fogo em Oleshki, que durou de 27 de outubro a 1º de novembro, permitiu missões humanitárias e saídas voluntárias da região ocupada.
- Contexto militar: Forças russas teriam aproveitado a pausa para reforçar posições, enquanto combates continuam em outras frentes, incluindo ataques a refinarias de petróleo.
- Negociações: Há expectativa de retomada do diálogo de paz com mediação dos Estados Unidos, enquanto o governo ucraniano busca o fornecimento de sistemas de defesa aérea.
O governo ucraniano indicou que o sistema de alerta aéreo emitiu um aviso falso de ameaça de radiação, enquanto o Ministério de Emergências da Rússia relatou a disseminação de dados incorretos sobre ataques com drones. O Centro Ucraniano para Comunicações Estratégicas apontou a Rússia como responsável pela ação contra o sistema de Kiev.
A trégua em Oleshki, mediada pela diplomacia americana, foi a pausa mais longa nos combates em quatro anos e meio. Segundo relatos de oficiais militares, o período de calmaria foi utilizado para movimentação de tropas e suprimentos na margem do rio Dnipro. Paralelamente, a Ucrânia mantém ataques a refinarias russas, justificando a medida como resposta aos bombardeios contra sua infraestrutura energética, enquanto Washington pressiona por uma interrupção para conter a alta nos preços dos combustíveis.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








