BRASÍLIA
A cerimônia, realizada no Dia de Finados, é um dos ritos mais significativos da doutrina, focada na gratidão e na conexão espiritual com aqueles que antecederam as gerações atuais.
Centenas de fiéis reuniram-se nesta segunda-feira (2/11) na sede da Igreja Messiânica Mundial do Brasil (IMMB), localizada na 315/316 Norte, em Brasília, para a celebração do tradicional Culto às Almas dos Antepassados.
O reverendo da unidade local destacou que o culto vai além de uma homenagem, sendo um momento de reconhecimento às raízes e aos valores transmitidos pelos ancestrais. Para os fiéis, a data é vista como uma oportunidade de transformar o luto em um gesto de carinho e esperança, acreditando que as preces auxiliam na evolução espiritual daqueles que partiram.
A Igreja Messiânica chegou ao Brasil na década de 1950 e, atualmente, possui cerca de 500 unidades no país, com aproximadamente 1,8 milhão de seguidores. Em Brasília, a presença da instituição remonta a 1967, quando teve início a difusão do Johrei, método de canalização de energia espiritual central na prática religiosa.
Entenda o caso
- Onde e quando: A celebração ocorreu nesta segunda-feira (2/11), na unidade da Igreja Messiânica na 315/316 Norte, em Brasília.
- Significado: O culto é uma oportunidade para os fiéis expressarem amor, respeito e gratidão aos antepassados, reforçando a crença na continuidade da vida no plano espiritual.
- Práticas: Durante o evento, os participantes entregam formulários com nomes de entes queridos para orações, buscando a elevação espiritual e a purificação dos laços familiares.
- Contexto: A doutrina, fundada em 1935 pelo japonês Mokiti Okada — conhecido como Meishu-Sama —, enfatiza que os descendentes são elos de uma corrente que une os antepassados à construção de um mundo ideal.
Texto: Redação / Correio de Santa Maria.








