Sexta-feira, 06/11/26

Ucrânia

Número de mortos em ataque russo no sul da Ucrânia sobe para 50

Cenário de destruição após bombardeio na Ucrânia
Bombardeio na Ucrânia — Imagem: Reprodução/ Redes socias

O balanço do ataque russo que atingiu na segunda-feira um ponto de distribuição de ajuda humanitária no sul da Ucrânia subiu para 50 mortos, anunciaram os serviços de emergência, enquanto prosseguem as buscas por corpos entre os escombros.

Segundo autoridades locais, bombas guiadas foram lançadas pelo Exército russo contra um edifício situado a 15 quilômetros da frente de batalha, no momento em que acontecia uma distribuição de ajuda alimentar para os moradores.

Buscas e repercussão internacional

O Serviço de Situações de Emergência informou que, apesar das difíceis condições e da ameaça constante de novos ataques, as operações de busca e resgate continuam na localidade de Komychuvakha, na região de Zaporizhzhia.

A missão de observação da ONU na Ucrânia acusou o Exército russo de saber que acontecia uma operação humanitária ou de não tomar as medidas elementares necessárias antes de atacar o local. As autoridades russas não comentaram o episódio, mas fontes militares ligadas à Rússia alegaram que o prédio abrigava um ponto de trânsito para operadores de drones.

O líder do governo ucraniano denunciou o ataque, afirmando que a ação ocorreu justamente no momento em que deveriam ser retomadas as negociações com Moscou para tentar encerrar o conflito armado.

Em resumo

  • Onde e quando: Ataque aéreo em 2 de novembro contra um ponto de distribuição humanitária em Komychuvakha, na região de Zaporizhzhia, Ucrânia.
  • Principais informações: O número de vítimas fatais confirmadas subiu para 50, com equipes de emergência atuando nas buscas entre os escombros.
  • Medidas anunciadas: Continuidade das operações de resgate em meio a riscos de novos bombardeios e apuração internacional sobre a ocorrência.
  • Próximos desdobramentos: Negociações entre os países envolvidos estão programadas para acontecer na próxima semana em Abu Dhabi, com preparação em andamento em Bruxelas.

Texto: Redação / Correio de Santa Maria.

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