A perspectiva otimista se espalhou pelos mercados globais de semicondutores, impulsionando ações ligadas à IA na Europa e na China e dando novo fôlego aos investidores mais otimistas.
As ações da Nvidia acumulavam queda de quase 12% em relação ao pico registrado em maio, em meio à crescente demanda dos investidores por evidências de que o boom dos gastos com IA teria continuidade.
Após os resultados, pelo menos 10 corretoras elevaram seus preços-alvo para as ações, segundo dados compilados pela LSEG.
“Um crescimento de 70% limitado pela oferta é um número notável e, na medida do possível, esperamos que a Nvidia continue derrubando barreiras para alcançar taxas de crescimento ainda mais elevadas”, afirmaram analistas do Morgan Stanley.
A projeção representou uma rara perspectiva de longo prazo fornecida pela Nvidia, com o CEO Jensen Huang afirmando que a IA atingiu um “ponto de inflexão”, à medida que a tecnologia deixa a fase de experimentação e passa para a implementação em aplicações do mundo real.
A Nvidia também sinalizou que a demanda por IA está se expandindo para além das hyperscalers, citando crescimento proveniente de laboratórios de IA, aumento de capacidade entre provedores de nuvem emergentes, como CoreWeave e Nebius, além de um aprofundamento da parceria com a Amazon Web Services.







