O domingo de eleições é marcado por grande movimentação em diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro e em municípios da Região Metropolitana. A expectativa é que cerca de 13 milhões de pessoas votem no estado.
Em alguns pontos do Rio de Janeiro, como no Colégio Estadual Olga Benário Prestes, em Ramos, na zona norte, os eleitores enfrentaram filas e tempo de espera superior a uma hora. Embora a votação transcorra sem incidentes na maioria dos locais, o acúmulo de santinhos espalhados pelas calçadas gerou queixas entre os eleitores. Um dos pontos com maior incidência na capital fluminense foi a Rua São Maurício, na Penha, que amanheceu coberta de papéis. A situação também impressionou pela alta quantidade de material jogado na Avenida Manoel Caldeira de Alvarenga, em Campo Grande, na zona oeste, onde fica o Instituto Sara Kubstchek, um dos dez maiores locais de votação do estado. Vale lembrar que a distribuição desses panfletos no dia do pleito configura crime eleitoral.
Para votar, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. São aceitos carteira de identidade, carteira de habilitação, passaporte, carteira de trabalho, certificado de reservista e documentos de identidade emitidos por conselhos profissionais.
O título de eleitor não é obrigatório, porém deixa a votação mais rápida já que indica a zona e o número da seção eleitoral. Quem utiliza o aplicativo e-Título também pode se identificar pelo celular, desde que a versão digital possua foto.
Celulares e outros equipamentos eletrônicos não podem ser levados para a cabine de votação e devem permanecer guardados durante o registro do voto. A orientação é para que os cidadãos não deixem o voto para os últimos momentos e verifiquem com antecedência o local de votação.








