Kessler defendeu a postura do departamento e afirmou que é importante fazer cumprir as restrições já impostas às empresas chinesas que integram as listas de controle.
Ele também indicou que novas medidas regulatórias relacionadas à inteligência artificial estão a caminho.
“Não quero substituir a regra de difusão porque não considero que ela mereça ser substituída”, disse Kessler, acrescentando que a norma teria prejudicado o ecossistema global de IA. “Haverá futuras ações regulatórias na área de chips e inteligência artificial”, acrescentou.
No mês passado, a Reuters informou que o Departamento de Comércio adiou a inclusão da startup chinesa de IA DeepSeek, da fabricante de chips de memória ChangXin Memory Technologies e de mais de 100 outras empresas consideradas riscos à segurança nacional na chamada Entity List, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto. A medida faz parte dos esforços do governo Trump para evitar uma escalada das tensões com Pequim.
Empresas dos Estados Unidos não podem exportar bens, software ou tecnologia para companhias incluídas nessa lista sem uma licença específica, cuja aprovação normalmente tende a ser negada.
Kessler também defendeu a decisão do governo Trump de flexibilizar, na sexta-feira, os controles de exportação para os Emirados Árabes Unidos, facilitando a exportação de chips de IA da Nvidia, equipamentos militares, satélites comerciais e espaçonaves, em uma iniciativa destinada a fortalecer as relações entre os dois aliados.







