A Band Minas Gerais informou, na noite desta quinta-feira (16), a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro, 35, vítima de um acidente de carro na tarde de quarta-feira (14) na BR 381, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo comunicado da emissora, o Hospital de Pronto-Socorro João 23, em Belo Horizonte, para onde a jornalista foi levada, confirmou a perda irreversível das funções cerebrais.
O protocolo foi aberto na manhã desta quinta e concluído à noite, após exames confirmarem o diagnóstico.
O carro em que Alice estava bateu de frente com um caminhão. O cinegrafista Rodrigo Lapa, 49, que dirigia o veículo, morreu no local. Ele foi sepultado nesta quinta, na capital mineira.
Os dois profissionais voltavam de uma reportagem sobre a importância da duplicação da estrada para diminuir o número de acidentes.
A repórter trabalhava na Band Minas desde agosto de 2024. Ela já havia passado pela Band em Brasília e por uma afiliada da Globo em Feira de Santana, na Bahia. Deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.
“A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter”, diz comunicado da emissora.
A TV informou também que os familiares de Alice decidiram doar os órgãos da repórter para transplante. Serão doados rins, pâncreas, fígado e córneas. Por inviabilidade clínica, o coração não poderá ser transplantado.
Nascido em Porto Alegre, Rodrigo Lapa trabalhou na Band Minas entre 2002 e 2024 e retornou em dezembro do ano passado.
“Demonstrou sua versatilidade e compromisso com a notícia em coberturas marcantes, como a alegria do Carnaval de Belo Horizonte e a sensibilidade necessária no acompanhamento da tragédia das chuvas na Zona da Mata”, afirmou a emissora em nota sobre a morte do cinegrafista.







