Quarta-feira, 15/04/26

Bruno Pires destaca contraste da arbitragem goiana, que sofre com críticas locais, mas vive prestígio internacional

Bruno Pires destaca contraste da arbitragem goiana, que sofre com críticas locais, mas vive prestígio internacional
Bruno Pires destaca contraste da arbitragem goiana, que sofre com – Reprodução

ARBITRAGEM

Bruno Pires irá para a sua segunda Copa do Mundo, já Wilton Pereira Sampaio estará em seu terceiro mundial

Bruno Pires e Wilton Pereira Sampaio estão convocados para a Copa do Mundo. Foto: Hygor Ferreira

Wilton Pereira Sampaio e Bruno Pires irão representar Goiás e o Brasil na Copa do Mundo deste ano, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Apesar do reconhecimento internacional e da confiança da Fifa, no cenário regional os goianos ainda convivem com críticas, o que evidencia um contraste, enquanto são escolhidos para atuar na principal competição de seleções do mundo, também são questionados no futebol local.

O exemplo mais recente dessa questão ocorreu na final do Campeonato Goiano deste ano. Mesmo contando com árbitros do quadro da Fifa, como Wilton Pereira Sampaio e Bruno Pires, a Federação optou por escalar profissionais de fora do estado para a decisão entre Goiás e Atlético. Sobre o tema, Bruno Pires destacou que o desgaste na arbitragem é um fator natural, especialmente pela recorrência de jogos envolvendo as mesmas equipes ao longo dos anos.

“No campeonato goiano, os árbitros acabam trabalhando muito. Se pegarmos o Wilton, quantos jogos de Goiás, Vila e Atlético ele já não fez na carreira. É natural o árbitro gerar um desgaste.  E muitas vezes não que eles não queiram ele no jogo, mas é algo para preservar o nome dele. É até viável que venha outros árbitros, assim como o Wilton vai para outros estados e apita outros jogos. É um desgaste natural, que jogador tem, comissão técnica tem também e o arbitro também”, falou.

Bruno Pires também comentou sobre os estilos de futebol, entre o nacional e o internacional, além também de destacar a pressão que é apitar aqui no Brasil. “O futebol brasileiro é mais sentimento, mais sangue, assim como o futebol sul-americano. Já o europeu tem uma característica diferente, é um pouco mais frio. Mas o evento Fifa, como a Copa do Mundo é diferente, uma atmosfera onde a gente tem uma tranquilidade maior para trabalhar, uma pressão, apesar de envolver seleções, uma pressão menor, em termos de reclamação e uma busca a todo momento pelo resultado positivo”, completou.

T LB

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