Sábado, 25/04/26

Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastres climáticos

Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastres climáticos
Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastres – Reprodução

Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares de Brasília participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco.

A iniciativa, encabeçada pelo Ministério das Cidades, concentrou-se em atividades formativas em comunidades vulneráveis, com ênfase na educação para o reconhecimento de riscos, prevenção e ação durante emergências climáticas.

De acordo com nota oficial do ministério, o objetivo da campanha é fortalecer a atuação integrada entre comunidades, instituições públicas e espaços educativos em áreas marcadas por desafios socioambientais e eventos extremos. A pasta destacou que a iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.

A campanha reforça que a prevenção a desastres inicia no cotidiano das comunidades, por meio da informação, da educação e da mobilização coletiva. Durante os dois dias, a programação incluiu diálogos, encontros formativos e oficinas de campanha, nos quais os participantes elaboraram propostas práticas de mobilização preventiva.

“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.

Em 2026, a campanha atuará prioritariamente em 23 municípios brasileiros e impactará diretamente cerca de 30 mil estudantes. Os encontros formativos já foram realizados nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A iniciativa integra políticas públicas de educação, ciência e desenvolvimento urbano, fortalecendo a prevenção como eixo estruturante da justiça climática em territórios mais vulneráveis.

Com informações da Agência Brasil

T LB

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