Quinta-feira, 17/09/26

Casa de prostituição funcionava sob fachada de massoterapia na Asa Norte

Casa de prostituição funcionava sob fachada de massoterapia na Asa Norte
Casa de prostituição funcionava sob fachada de massoterapia na Asa – Reprodução

Uma casa de prostituição que funcionava sob a fachada de um estabelecimento de massoterapia foi fechada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na segunda-feira (14), na 410 Norte. O espaço ficava no subsolo de uma quadra comercial e era administrado por uma mulher, presa em flagrante durante a ação policial.

A investigação ficou a cargo da 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte, e começou após denúncias anônimas indicarem que o endereço era utilizado para a prestação de serviços sexuais mediante pagamento. A suspeita era de que também houvesse exploração econômica da prostituição de outras pessoas no local.

A divulgação do estabelecimento ocorria por meio de dois sites administrados pela responsável. Em uma das páginas, o endereço era apresentado como uma clínica de massoterapia, com a informação de que os atendimentos oferecidos não possuíam conotação sexual.

A outra página, porém, apresentava conteúdo diferente. Nela, mulheres eram anunciadas como “terapeutas ou “massagistas” em fotografias de caráter sexual, algumas com nudez, além de descrições relacionadas à obtenção de prazer. Apesar das propostas distintas, os dois sites indicavam o mesmo endereço e os mesmos números de telefone.

Em uma das páginas, o estabelecimento anunciava ainda contar com mais de 20 mulheres disponíveis para os atendimentos. A partir das informações reunidas durante a investigação, os policiais foram até o imóvel para verificar as denúncias.

Durante as diligências, segundo a PCDF, foram encontrados novos elementos que reforçaram as suspeitas sobre a atividade desenvolvida no espaço. A mulher apontada como responsável pela manutenção do estabelecimento acabou presa em flagrante.

No local, os agentes apreenderam documentos, anotações, aparelhos celulares e máquinas utilizadas para pagamentos com cartões de débito e crédito. O material será analisado pela Polícia Civil e poderá ajudar a esclarecer a dinâmica de funcionamento do estabelecimento e a participação de outras pessoas no caso.

As investigações continuam sob responsabilidade da 2ª DP.

T LB

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