Um cliente de Salvador disse que pagou via Pix R$ 804 e depois percebeu que foi vítima de um golpe. No caso, o golpista sugeriu por WhatsApp logo após a compra online de três itens que tinha ocorrido um problema. Como forma de compensação, ofereceram um desconto de 50% em novos produtos. Após a escolha dos itens, foi feita a cobrança e não foi gerado nenhum tipo de nota fiscal.
O que mais preocupa é que as pessoas que entraram em contato possuíam informações que, em tese, deveriam estar restritas aos sistemas da loja ou de seus parceiros. A compra havia sido realizada apenas algumas horas antes, e eles conheciam detalhes que dificilmente seriam obtidos por terceiros sem algum tipo de acesso indevido às informações da operação.
Reclamação de cliente de Salvador (BA), publicado no site ReclameAqui
Até o momento, não há evidências públicas que comprovem um vazamento de dados nos sistemas da Arezzo. A empresa afirma que realizou verificações internas e não identificou indícios de comprometimento de suas bases. A companhia reforça que “não solicita pagamentos adicionais após a conclusão da compra, tampouco realiza cobranças por meio de Pix, QR Codes, links externos ou solicitações intermediadas por transportadoras”.
A Arezzo diz que clientes devem utilizar exclusivamente os canais oficiais de atendimento. A empresa “reafirma seu compromisso com a segurança da informação, a proteção de dados e a transparência, sempre acompanhando de perto o assunto.
Como evitar cair em golpes em compras online
A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) lista uma série de cuidados para se ter em compras online.







