Quinta-feira, 11/06/26

Confira seis coincidências que apontam para o hexa do Brasil

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Confira seis coincidências que apontam para o hexa do Brasil – Reprodução

A bola ainda nem rolou para o Brasil, mas a Copa do Mundo já começou a abastecer um combustível que nunca falta ao torcedor: a esperança. Às vésperas da estreia da Seleção, uma coleção de coincidências resgata lembranças de campanhas históricas e ajuda a manter vivo o sonho do hexacampeonato.

A espera pelo início do torneio termina nesta quinta-feira (11/6), quando México x África do Sul abrem a Copa do Mundo no estádio Azteca, na Cidade do México, às 16h. Já o Brasil faz sua estreia no sábado (13/6), diante do Marrocos, às 19h.

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Atacante é um dos craques do Brasil

Pedro Vilela/Getty Images

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Endrick

Rafael Ribeiro/Metrópoles

3 de 3Rico Brouwer/Soccrates/Getty Images

Os seis motivos para acreditar no Hexa

Grupo C

A caminhada brasileira começa no Grupo C, exatamente a mesma chave em que a Seleção iniciou a campanha do pentacampeonato, em 2002. O detalhe ganhou ainda mais força porque os dois campeões do Mundial também começaram suas trajetórias no mesmo grupo.

França, em 2018, e Argentina, em 2022, largaram do Grupo C antes de terminarem a competição com a taça nas mãos. Agora, o Brasil tenta repetir o roteiro.

24 anos de jejum

A Seleção chega à Copa acumulando 24 anos sem conquistar o torneio. O último título veio em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.

A coincidência está no fato de que o tetra também encerrou uma espera de 24 anos. Em 1994, o Brasil voltou a ser campeão após não vencer desde a conquista de 1970.

México e Estados Unidos

Dois dos países que recebem a Copa de 2026 já serviram de palco para títulos brasileiros. O México foi cenário da histórica campanha de Pelé em 1970.

Os Estados Unidos receberam o Mundial de 1994, quando Romário conduziu a Seleção ao tetracampeonato. Agora, os dois países voltam a integrar a organização do torneio.

Mais de um país-sede

A Copa de 2026 será a primeira da história com três anfitriões. Estados Unidos, México e Canadá dividirão a organização da competição.

O detalhe faz lembrar a edição de 2002, realizada por Japão e Coreia do Sul. Até hoje, aquele é o único Mundial disputado em mais de um país e terminou com festa brasileira.

Ligação com a NBA

Fora do futebol, uma coincidência chama atenção dos torcedores mais atentos. Nos três títulos mais recentes da Seleção, uma equipe da região de Nova York ou Nova Jersey esteve presente nas finais da NBA.

Os Knicks chegaram à decisão em 1970 e 1994. Já em 2002, foi a vez do New Jersey Nets, atual Brooklyn Nets. Em 2026, os Knicks voltam a aparecer entre os protagonistas da liga.

Ronaldo e Neymar

Poucas histórias marcaram tanto uma Copa quanto a de Ronaldo em 2002. Depois de conviver com graves lesões e muitas dúvidas sobre sua condição física, o atacante deu a volta por cima e terminou o Mundial como protagonista do título.

Guardadas as proporções, Neymar tenta viver uma recuperação semelhante. Após anos marcados por problemas físicos, o camisa 10 chega ao torneio cercado por questionamentos, mas também pela esperança de repetir um roteiro que o futebol brasileiro conhece muito bem.

T LB

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