O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia participou da feira do trabalhador, realizada nesta sexta-feira (15), com oferta de encaminhamentos e orientações sobre a rede socioassistencial do Distrito Federal para pessoas refugiadas e migrantes. O mutirão ocorreu na unidade e teve como foco atendimentos a quem buscava vagas de emprego, cursos profissionalizantes e informações sobre direitos trabalhistas.
Ao longo do dia, a feira recebeu visitantes e também atendeu demandas do público geral. Entre os serviços mais procurados no Creas estiveram orientações e encaminhamentos, consultas e agendamentos para o Cadastro Único e solicitações de inclusão no Programa Cartão Prato Cheio.
A ação foi organizada em conjunto pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pelo Creas Ceilândia, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e por agências da Organização das Nações Unidas (ONU). As equipes prestaram atendimentos especializados, com orientações sobre regularização de documentos pessoais e dúvidas relacionadas à migração, além de auxiliar nas demandas e encaminhamentos durante o mutirão.
A gerente do Creas, Daniella Pimenta, afirmou que a articulação conjunta é importante para ampliar o acesso dos migrantes e refugiados aos serviços oferecidos pelas equipes. Segundo ela, a iniciativa aproxima o público da unidade, que, disse, está de portas abertas para recebê-lo e atendê-lo com escuta qualificada.
Pela Sedet-DF, a equipe da agência do trabalhador itinerante realizou atendimentos na unidade, com oferta de oportunidades de emprego, cursos de capacitação, orientação profissional, carteira de trabalho digital e informações sobre programas de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e a Cesta do Trabalhador. O secretário Thales Mendes disse que o trabalho integrado é fundamental para garantir acesso real a emprego, qualificação e inclusão produtiva.
A secretária de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, também destacou as parcerias como essenciais para garantir os direitos de migrantes em situação de vulnerabilidade. Ela afirmou que o papel do governo é prestar atendimento integral para que essas pessoas sejam integradas ao convívio social, e não ampliem as dificuldades já existentes nos territórios.








