Terça-feira, 03/11/26

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Distrito Federal atualiza plano de gestão das águas após 14 anos

Distrito Federal atualiza plano de gestão das águas após 14 anos
O Distrito Federal conta com um novo planejamento para a gestão dos recursos hídricos, com diretrizes voltadas para os próximos 20 anos. — Imagem: Dênio Simôes/Agência Brasília

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O Distrito Federal conta com um novo planejamento para a gestão dos recursos hídricos, com diretrizes voltadas para os próximos 20 anos. A terceira edição do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos (PGIRH-DF) foi aprovada em 16 de setembro pelo Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal (CRH-DF), marcando a primeira atualização do documento desde junho de 2012.

O plano foi coordenado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e estruturado em quatro eixos principais: segurança hídrica e infraestrutura; conservação ambiental e revitalização de bacias; sustentabilidade nos usos múltiplos e resiliência climática; e fortalecimento institucional e governança.

A nova versão inclui um Plano de Segurança Hídrica, que estima investimentos de aproximadamente R$ 691 milhões em ações estratégicas, como a ampliação da captação de água no Lago Paranoá e o aproveitamento integral da água de Corumbá 4º. O planejamento também prevê o aprimoramento das regras de outorga e o fortalecimento da cobrança pelo uso da água, visando maior previsibilidade e transparência na distribuição entre os diferentes usuários, como o abastecimento público e a agricultura.

Entenda o caso

  • Onde e quando: A aprovação ocorreu no Distrito Federal, em 16 de setembro de 2026, pelo conselho responsável pela política de águas local.
  • Principais informações: O documento incorpora dados de crises hídricas anteriores e projeções climáticas para orientar o uso da água e investimentos em infraestrutura.
  • Medidas anunciadas: Criação de um Plano de Segurança Hídrica com oito ações estratégicas, além de 28 ações de gestão e manuais operativos para situações de seca ou cheias.
  • Próximos desdobramentos: O plano servirá como guia para políticas de saneamento, desenvolvimento urbano e proteção ambiental, com monitoramento periódico das metas estabelecidas.

Texto: Redação / Correio de Santa Maria.

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