Em uma ordem de 14 páginas, o gabinete do procurador-geral do Alabama, Steve Marshall, exigiu que a OpenAI entregasse registros internos sobre o incidente de julho.
O órgão também solicitou uma extensa lista de outros materiais, incluindo a identidade de todos os funcionários envolvidos na invasão ou nos testes que levaram a ela.
Trata-se da primeira investigação estadual conhecida a apurar se um sistema de IA que ataca a infraestrutura de outra empresa viola a lei de proteção ao consumidor, uma conclusão que exporia a companhia a importantes litígios em todos os Estados Unidos.
O Alabama e outros 14 estados escreveram, no dia 3 de agosto, ao diretor-executivo da OpenAI, Sam Altman, para pedir que a empresa preservasse os registros sobre o incidente e suspendesse qualquer avaliação interna de cibersegurança de seus modelos.
Um porta-voz do gabinete do procurador-geral do Alabama não confirmou se a OpenAI aceitou cumprir essa exigência.
Em comunicado ao site de notícias de tecnologia TechCrunch, a empresa afirmou que estava “realizando uma revisão minuciosa junto com consultores externos”.








