Epic diz que a volta agora é uma forma de pressionar por mais transparência sobre as taxas cobradas pela App Store. A empresa aposta que um tribunal federal dos EUA vai obrigar a Apple “a ser transparente sobre como cobra as taxas da App Store … estamos confiantes de que, quando a Apple for forçada a mostrar seus custos, governos ao redor do mundo não permitirão que as taxas abusivas da Apple continuem”.
Tim Sweeney, fundador e dono da Epic Games, elevou o tom nas redes ao comentar a disputa. “A Apple fragmentou recursos e taxas do iOS por território, adotou posições de negociação regulatória em segredo e atrasou intencionalmente a busca por justiça”, escreveu em uma postagem no X.
O jogo é gratuito para baixar, mas tem itens pagos dentro do aplicativo. No Fortnite, jogadores podem comprar skins (roupas do personagem), armas, emotes, passes de batalha e a moeda virtual V-bucks.
Por que Epic briga com Apple e Google
Disputa gira em torno das regras das lojas de aplicativos e das taxas cobradas sobre pagamentos feitos dentro dos apps. A Epic questiona a comissão de 30% e defende que desenvolvedores possam usar meios de pagamento alternativos e informar o usuário sobre opções fora das lojas.
Nos EUA, Fortnite voltou à App Store em maio de 2025 após decisão judicial na Califórnia. A sentença apontou que a conduta da Apple em transações pela web foi de má-fé e anticompetitiva, após decisões judiciais que obrigaram a Apple a permitir links para pagamentos externos e intensificaram a pressão sobre a empresa, o que abriu caminho para o retorno do jogo ao iPhone no país.







