Quarta-feira, 17/06/26

G7 pede que big techs criem ferramentas para proteger menores online

“Apelamos aos provedores de serviços digitais para que desenvolvam e implementem tecnologias e sistemas que garantam experiências seguras, protegidas e adequadas à idade”, afirma uma declaração conjunta do G7, e do Brasil, Coreia do Sul, Egito, Índia e Quênia.

Os Estados Unidos estão alinhados com seus parceiros do G7 — Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido — no princípio de proteger os menores nas redes sociais.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou na segunda-feira que menores de 16 anos serão proibidos de utilizar redes sociais no Reino Unido, e a França também cogita uma proibição semelhante.

“Acho que é certo, porque as redes são perigosas quando se é muito jovem”, afirmou uma estudante do ensino médio de Evian, durante um encontro paralelo organizado para as esposas e os maridos dos dirigentes do G7.

A primeira-dama ‘Janja’ chegou a pedir um “pacto mundial” sobre o tema.

À sombra da Anthropic

Mas os países desse grupo de grandes economias industrializadas divergem sobre a tributação e a regulamentação do setor digital. A sombra da Anthropic, cujo diretor Dario Amodei participou do almoço, também pairou sobre a cúpula.


T LB

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