Quinta-feira, 07/05/26

GDF insere 365 mulheres vítimas de violência no mercado de trabalho

GDF insere 365 mulheres vítimas de violência no mercado de trabalho
GDF insere 365 mulheres vítimas de violência no mercado de – Reprodução

Nesta quinta-feira (7), a equipe da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) recebeu servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) para apresentar sua política de empregabilidade direcionada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar, além de vulnerabilidade econômico-social.

Durante a reunião, realizada no anexo do Palácio do Buriti, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher exibiu os equipamentos, a rede de apoio e os avanços do programa, que já beneficiou 365 mulheres com empregos formais.

A iniciativa, impulsionada por 14 acordos de cooperação técnica (ACTs), reserva entre 2% e 8% das vagas em contratos de serviços contínuos para mulheres vítimas de violência, além de outros grupos vulneráveis, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. As beneficiárias recebem acompanhamento de equipes multidisciplinares compostas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais.

Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, o projeto fortalece a autonomia financeira das mulheres e contribui para romper o ciclo de violência. “O projeto traz o fortalecimento emocional para que a mulher saia do ciclo de violência. A empregabilidade das mulheres é uma política pública importante que temos para combater esse crime. Elas também são acompanhadas pelos equipamentos da Secretaria da Mulher, garantindo o acolhimento necessário”, afirmou.

A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou a importância da autonomia financeira para o empoderamento. “Essa proposta acolhe mulheres vítimas de violência e também as encaminha a projetos voltados à capacitação e recolocação profissional. Muitas mulheres chegam até nós sem sonhos e esperança, mas aqui ela encontra uma nova chance de ser feliz e recomeçar”, destacou.

O diretor de Auditoria de Políticas Sociais e de Segurança Pública da CGU, Cassio Mendes, manifestou interesse em conhecer o fluxo de atendimento às vítimas, desde o boletim de ocorrência até a implementação das políticas, com o objetivo de identificar melhorias. “Esse trabalho que vocês fazem é muito bonito e importante”, disse.

*Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

T LB

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