Durante a visita, que termina na terça-feira, Macron defenderá “uma Síria livre e plural que respeite cada um de seus componentes” e desempenhará um papel na moderação das tensões no Oriente Médio, disse a Presidência francesa a jornalistas.
O ministro das Relações Exteriores da Síria, Assad al-Shaybani, recepcionou Macron em sua chegada.
O presidente Ahmed al-Sharaa busca reposicionar a Síria no cenário internacional, reativar a economia e estabilizar o país após mais de uma década de guerra civil.
A agência de notícias estatal síria Sana descreveu a visita nesta segunda-feira como “um passo crucial no processo de restauração da presença internacional da Síria”.
O último presidente francês a visitar o país foi Nicolas Sarkozy, em 2009, antes de Assad reprimir brutalmente os protestos pró-democracia em 2011, o que desencadeou uma guerra civil que deixou mais de meio milhão de mortos e devastou o país.
Durante a visita, Macron devolverá às autoridades sírias artefatos arqueológicos que haviam sido emprestados à França antes da guerra e que não foram devolvidos devido ao conflito.








