Sábado, 01/08/26

Menina morta enforcada por madrasta não queria voltar para casa do pai

Menina morta enforcada por madrasta não queria voltar para casa do pai
Menina morta enforcada por madrasta não queria voltar para casa do pai | Imagem: reprodução

Uma criança de 7 anos foi vítima de homicídio de criança no Distrito Federal. A menina foi enforcada com um cinto na Estrutural, em um crime ocorrido nesta sexta-feira (21/11). Uma mulher, que é madrasta da vítima, confessou o ato às autoridades policiais.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou que a criança foi assassinada pela madrasta. A mulher admitiu ter enforcado a enteada e a pendurado em uma pilastra dentro da residência. Após cometer o homicídio, ela se apresentou espontaneamente na 8ª Delegacia de Polícia e prestou depoimento sobre o ocorrido.

Andamento da Investigação sobre o Homicídio de Criança

A mulher permanece sob custódia, enquanto testemunhas, incluindo vizinhos e familiares, estão sendo ouvidas. Conforme informações preliminares, a motivação para o crime pode ter sido ciúme da mulher em relação ao pai da criança. Essa hipótese está em fase de investigação.

Segundo relatos, a criança demonstrava receio da madrasta e manifestava preferência por não retornar à residência do pai. Ela costumava passar os fins de semana com a família materna em Valparaíso de Goiás, no Entorno do DF. A menina precisou retornar à casa na Estrutural para continuar os estudos.

Repercussão Social e Medidas Policiais

O ocorrido gerou agitação entre os vizinhos, que tentaram invadir a residência após tomarem conhecimento do crime. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para controlar a situação. A atuação da PMDF garantiu a segurança local e a preservação do ambiente do crime até a chegada da perícia.

A PCDF prossegue com a apuração, classificando o incidente como homicídio qualificado. Outras circunstâncias serão analisadas no decorrer do inquérito policial. O caso destaca a importância de políticas de proteção à criança e ao adolescente, como as promovidas pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania para coibir o homicídio de criança. A comunidade local permanece sob o impacto do trágico evento.

Por Correio de Santa Maria, com informações da Polícia Civil do Distrito Federal.

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