As jurisdições foram divididas nas categorias “permissivas” e “restritivas” com base nas classificações da Freedom House, a ONG que publica o relatório anual “Freedom in the World”.
Os modelos de IA recusaram 34% das solicitações de conteúdo com críticas políticas sobre jurisdições “restritivas” que possuem leis em vigor que penalizam tais críticas, como a China e a Arábia Saudita, em comparação com 14% para regiões que não possuem tais leis ou não as aplicam, segundo o estudo.
“Também observamos evidências de modelos explicando que estavam seguindo regras explícitas que, pelo que pudemos constatar, não existiam e não eram aplicadas de maneira uniforme”, afirmou o conselho.
O conselho também instou as empresas de IA a realizar análises sistemáticas de direitos humanos e solicitou maior transparência em seus processos de treinamento e avaliação.
Na terça-feira, o presidente-executivo do Google DeepMind, Demis Hassabis, defendeu a criação de um órgão de fiscalização de IA liderado pelos EUA para avaliar modelos avançados globalmente antes de sua implantação.








