À medida que os bancos se tornam mais diretos sobre como a IA pode substituir funções de rotina, crescem os temores sobre a escala dessa tendência.
O uso da IA para cortar empregos corre o risco de uma reação negativa, disse em abril o presidente-executivo do fundo soberano norueguês, de US$2,2 trilhões, pois os funcionários resistem a adotá-la para não se tornarem redundantes.
Winters, do StanChart, disse que os funcionários que quiserem fazer um novo treinamento terão a chance de fazê-lo.
Acadêmicos alertam que funcionários podem ser alienados.
“Devemos ser cautelosos para não demitir muitos funcionários, porque o momento pode chegar mais cedo do que se imagina, quando o potencial de produtividade da IA for concretizado, e você quer essas pessoas”, disse Fabian Braesemann, do Oxford Internet Institute.
No Reino Unido, seis em cada dez pessoas acham que a IA eliminará mais empregos do que criará e uma em cada cinco acredita que ela criará distúrbios civis, segundo pesquisa do Institute for Artificial Intelligence do King’s College de Londres.








