Após monitoramento e avaliação contínuos da espaçonave Link, a Katalyst Space e a Nasa concluíram em conjunto que, devido a problemas persistentes de controle de atitude, a missão não incluirá a “captura nem a elevação da órbita do Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa”, afirmou a Katalyst em comunicado.
O fracasso da missão significa que o valioso Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa, avaliado em US$ 500 milhões, que vem estudando explosões de raios gama e outros fenômenos cósmicos desde 2004, provavelmente entrará na atmosfera terrestre naturalmente e se consumirá ainda este ano.
O objetivo de elevar a órbita do observatório e prolongar sua vida útil por anos — a primeira missão dos EUA desse tipo — foi um empreendimento ambicioso para a startup Katalyst, sediada no Arizona, que afirmou ter construído e testado o veículo de resgate Link em um cronograma de produção sem precedentes de nove meses, sob um contrato de US$ 30 milhões com a Nasa.
“Assumimos esse desafio de alto risco e alta recompensa e estamos orgulhosos dos marcos que alcançamos ao longo do caminho”, disse o presidente-executivo da Katalyst, Ghonhee Lee, em comunicado.
Ele acrescentou que a empresa, fundada em 2019 para construir frotas de espaçonaves robóticas autônomas, aprendeu muito durante a missão e planeja aplicar essas lições em voos futuros.








